How Many Miles é a 3ª faixa do álbum Vain Glory Opera. Essa música tem uma levada muito gostosa. Começa com um arranjo lindo de teclado, complementado depois com o peso característico das guitarras do Edguy. E por final o toque sinfônico maravilhoso, ditando a melodia da canção numa harmonia perfeita!
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quarta-feira, 1 de abril de 2009
Edguy - How Many Miles
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José Geraldo
sábado, 14 de março de 2009
Edguy - capa, data e faixas de DVD filmado no Brasil
Confira aqui capa e tracklist do DVD da banda alemã de power metal "Edguy", filmado em Novembro de 2006 na cidade de São Paulo. "Fucking with Fire - Live" será lançado pela Nuclear Blast Records no dia 02 de Maio.
Tracklist:
1- Catch Of The Century
2- Sacrifice
3- Babylon
4- Lavatory Love Machine
5- Land Of the Miracle
6- Tears Of A Mandrake
7- Vain Glory Opera
8- Drum Solo
9- Superheroes
10- Fucking With Fire
11- Save Me
12- Mysteria
13- Out Of Control
14- Avantasia
15- King Of Fools.
Fonte: Whiplash!
Tracklist:
1- Catch Of The Century

2- Sacrifice
3- Babylon
4- Lavatory Love Machine
5- Land Of the Miracle
6- Tears Of A Mandrake
7- Vain Glory Opera
8- Drum Solo
9- Superheroes
10- Fucking With Fire
11- Save Me
12- Mysteria
13- Out Of Control
14- Avantasia
15- King Of Fools.
Fonte: Whiplash!
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José Geraldo
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Edguy - banda será headliner do festival Master of Rock 2009
Está confirmado: o Edguy será a banda headliner do Czech Masters Of Rock, no segundo fim de semana de julho de 2009.
Após o show de Praga da turnê "Tinnitus Sanctus World Tour" onde os ingressos foram esgotados semanas antes do show, o grupo foi confirmado para retornar como um dos headliners do lendário Masters Of Rock Festival, em Vicovice para “comemorar com Rock'n'Roll junto aos seus amigos”.
Após o show de Praga da turnê "Tinnitus Sanctus World Tour" onde os ingressos foram esgotados semanas antes do show, o grupo foi confirmado para retornar como um dos headliners do lendário Masters Of Rock Festival, em Vicovice para “comemorar com Rock'n'Roll junto aos seus amigos”.
Matéria publicada no Whiplash!.
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José Geraldo
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Edguy no Credicard Hall - São Paulo
A turnê “Tinnitus Sanctus” passou pelo Brasil com um único show em São Paulo, neste domingo, dia 15. Intercalado por piadas e comentários espirituosos do anfitrião da noite, o vocalista Tobias Sammet, o show começou com quase meia hora de atraso e c
om uma platéia que não enchia a metade da pista do Credicard Hall - que teve seu tamanho reduzido pela montagem das cadeiras em sua parte anterior.
Recuperado de uma gripe que o deixou com voz de sapo rouco no início do mês - as palavras são do próprio vocalista - Tobias Sammet se portou como um verdadeiro ‘entertainer’ na chuvosa noite de São Paulo. Além de abusar dos agudos, levou a platéia, menor do que gostaria, a cantar, pular e rir de seus gracejos.
Logo na primeira vez que se dirigiu ao público, soltou um ‘do caralho’. Pela reação efusiva da platéia, repetiu, ao longo do show, diversas vezes a expressão até comentar “Eu ainda não sei o que isso significa”. Risadas gerais.
Quanto ao público, foi se animar de verdade depois de “Ministry of Saints”. Não sei se porque os ‘riffs’ dessa música são do tipo que fazem jogar mão pra cima e tirar o pé do chão - não é só Ivete Sangalo que tem esse poder - ou se porque o vocalista pediu mais entusiasmo antes de iniciar a canção. Daí pra frente parece que a platéia se multiplicou e ficou maior do que realmente era.
Um ponto forte do Edguy é sua nítida satisfação com o que faz. São bons músicos, têm boas músicas e transmitem ao público a alegria de poder viver disso. Diferente de muitos medalhões - e eu me recuso a citar nomes - que fazem um show perfeito, porém mecânico. Não falo de bandas cuja técnica apurada é às vezes maior que o ‘feeling’ - esses também parecem fazer o que gostam. Falo de bandas que há muito perderam a paixão pela estrada e cujas apresentações, ainda que perfeitas, parecem apenas uma obrigação.
Divagações à parte, voltemos ao Edguy. Com um jeitão eternamente adolescente, Tobias e banda cativam até quando excedem certos limites. Antes de iniciar “Save Me”, a balada melosa do “Rocket Ride”, o vocalista pergunta quantas garotas gostariam de ‘get fucked’ por ele. E as mais assanhadas não hesitam em levantar a mão. Não é certeza, mas tenho a impressão que depois dessa voaram algumas calcinhas no palco. E Tobias emenda: “E quantos rapazes gostaria de ‘get fucked’ pelo baterista?” para depois se voltar para Felix Bohnke dizendo que ele teria algumas chances com o público. De novo pra platéia: “Ele é gay mas é um bom baterista”.
Outra piadinha boba antes de “The Headless Game”. Sammet pergunta: “Vocês conhecem uma banda chamada Hammerfall? Bom, essa não é uma música do Hammerfall; é uma música do Edguy”. No meio da canção, não resiste e canta “Let the Hammer...”; e a platéia responde: “Fall...”.
Sammet, é fato, rouba a cena, mas não é correto dizer que o restante da banda não se diverte: caretas, gargalhadas e muito movimento no palco - para desespero dos fotógrafos que correm de um lado para o outro no curto tempo que têm para registrar o espetáculo.
A força de seu carisma justifica o ‘frontman’ ter tanto fãs: Sammet usou o fato de a platéia ser pequena para fazer deste um show especial, dizendo que aqueles que não estavam presentes estariam perdendo um grande show. Falou à platéia que a banda foi persuadida a desistir do show em função de grandes bandas terem marcado suas apresentações em solo brasileiro. E conta, para delírio do fã, que a banda não abre mão de tocar no Brasil.
O falatório não é apenas uma forma de deixar o público feliz. Conversando, antes do show, com uma pessoa ligada à produção, fiquei sabendo que realmente tentaram convencer a banda de fazer o show em outra época, mas que o ‘tour manager’ e a própria banda foram teimosos. Logo depois do ‘discurso’ a banda dedica “King of Folls” para quem optou em não ir ao show para guardar dinheiro para ver o Kiss, por exemplo.
Quase duas horas depois de seu início, e tendo “Superheroes” (dedicada aos fãs brasileiros), “Lavatory Love Machine”, “The Pride of Creation” e “Vain Glory Opera”, entre outras, em seu repertório, o show do Edguy encerra a noite deixando no ar um clima de satisfação e alegria.
om uma platéia que não enchia a metade da pista do Credicard Hall - que teve seu tamanho reduzido pela montagem das cadeiras em sua parte anterior.Recuperado de uma gripe que o deixou com voz de sapo rouco no início do mês - as palavras são do próprio vocalista - Tobias Sammet se portou como um verdadeiro ‘entertainer’ na chuvosa noite de São Paulo. Além de abusar dos agudos, levou a platéia, menor do que gostaria, a cantar, pular e rir de seus gracejos.
Logo na primeira vez que se dirigiu ao público, soltou um ‘do caralho’. Pela reação efusiva da platéia, repetiu, ao longo do show, diversas vezes a expressão até comentar “Eu ainda não sei o que isso significa”. Risadas gerais.
Quanto ao público, foi se animar de verdade depois de “Ministry of Saints”. Não sei se porque os ‘riffs’ dessa música são do tipo que fazem jogar mão pra cima e tirar o pé do chão - não é só Ivete Sangalo que tem esse poder - ou se porque o vocalista pediu mais entusiasmo antes de iniciar a canção. Daí pra frente parece que a platéia se multiplicou e ficou maior do que realmente era.
Um ponto forte do Edguy é sua nítida satisfação com o que faz. São bons músicos, têm boas músicas e transmitem ao público a alegria de poder viver disso. Diferente de muitos medalhões - e eu me recuso a citar nomes - que fazem um show perfeito, porém mecânico. Não falo de bandas cuja técnica apurada é às vezes maior que o ‘feeling’ - esses também parecem fazer o que gostam. Falo de bandas que há muito perderam a paixão pela estrada e cujas apresentações, ainda que perfeitas, parecem apenas uma obrigação.
Divagações à parte, voltemos ao Edguy. Com um jeitão eternamente adolescente, Tobias e banda cativam até quando excedem certos limites. Antes de iniciar “Save Me”, a balada melosa do “Rocket Ride”, o vocalista pergunta quantas garotas gostariam de ‘get fucked’ por ele. E as mais assanhadas não hesitam em levantar a mão. Não é certeza, mas tenho a impressão que depois dessa voaram algumas calcinhas no palco. E Tobias emenda: “E quantos rapazes gostaria de ‘get fucked’ pelo baterista?” para depois se voltar para Felix Bohnke dizendo que ele teria algumas chances com o público. De novo pra platéia: “Ele é gay mas é um bom baterista”.
Outra piadinha boba antes de “The Headless Game”. Sammet pergunta: “Vocês conhecem uma banda chamada Hammerfall? Bom, essa não é uma música do Hammerfall; é uma música do Edguy”. No meio da canção, não resiste e canta “Let the Hammer...”; e a platéia responde: “Fall...”.
Sammet, é fato, rouba a cena, mas não é correto dizer que o restante da banda não se diverte: caretas, gargalhadas e muito movimento no palco - para desespero dos fotógrafos que correm de um lado para o outro no curto tempo que têm para registrar o espetáculo.
A força de seu carisma justifica o ‘frontman’ ter tanto fãs: Sammet usou o fato de a platéia ser pequena para fazer deste um show especial, dizendo que aqueles que não estavam presentes estariam perdendo um grande show. Falou à platéia que a banda foi persuadida a desistir do show em função de grandes bandas terem marcado suas apresentações em solo brasileiro. E conta, para delírio do fã, que a banda não abre mão de tocar no Brasil.
O falatório não é apenas uma forma de deixar o público feliz. Conversando, antes do show, com uma pessoa ligada à produção, fiquei sabendo que realmente tentaram convencer a banda de fazer o show em outra época, mas que o ‘tour manager’ e a própria banda foram teimosos. Logo depois do ‘discurso’ a banda dedica “King of Folls” para quem optou em não ir ao show para guardar dinheiro para ver o Kiss, por exemplo.
Quase duas horas depois de seu início, e tendo “Superheroes” (dedicada aos fãs brasileiros), “Lavatory Love Machine”, “The Pride of Creation” e “Vain Glory Opera”, entre outras, em seu repertório, o show do Edguy encerra a noite deixando no ar um clima de satisfação e alegria.
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José Geraldo
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Tobias Sammet - "Sooei como um sapo rouco"
Como já é da praxe quando está em turnê, o cantor Tobais Sammet (Edguy) enviou uma mensagem a seu site oficial para atualizar os fãs de como está tudo na estrada (confira abaixo). Os fãs brasileiros se preparam para o único show da turnê Tinnitus Sanctus, que o grupo realizará no próximo domingo em São Paulo.
"Hey pessoal, tivemos um dia de folga - a turnê está em curso há quatro semanas e eu pensei em mandar um e-mail a vocês pra dizer que as coisas estão indo bem. A turnê é um sucesso de verdade, especialmente na Alemanha, onde nós tivemos 30% de público em nossa recente turnê, levando em consideração que existe 7 milhões de bandas em turnê por agora, acho que é um sucesso maravilhoso.
Okay, o lado ruim de excurcionar em janeiro são os vírus que ficam pendurados no camarim enquanto atendemos bandas e fãs, eles me conheceram.. e Eu peguei a "merda" da pior gripe que eu pensei em ter e tivemos que reagendar dois shows em Cologne e Oberhausen. Eu não estou muito bem, mas estou dando meu melhor para continuar com essa tour e fazer dela a mais legal possível. Quando tocamos em Malmö, ontem, eu sooei como um sapo rouco, e os fãs cantaram junto, e eu me lembrei o quão ótimos nossos fãs são. Muito obrigado a vocês e lá vamos nós! Rock'n'Roll!
Fielmente, o sapo rouco."
Nota: a nota de Tobias é datada do dia 4 de fevereiro.
"Hey pessoal, tivemos um dia de folga - a turnê está em curso há quatro semanas e eu pensei em mandar um e-mail a vocês pra dizer que as coisas estão indo bem. A turnê é um sucesso de verdade, especialmente na Alemanha, onde nós tivemos 30% de público em nossa recente turnê, levando em consideração que existe 7 milhões de bandas em turnê por agora, acho que é um sucesso maravilhoso.
Okay, o lado ruim de excurcionar em janeiro são os vírus que ficam pendurados no camarim enquanto atendemos bandas e fãs, eles me conheceram.. e Eu peguei a "merda" da pior gripe que eu pensei em ter e tivemos que reagendar dois shows em Cologne e Oberhausen. Eu não estou muito bem, mas estou dando meu melhor para continuar com essa tour e fazer dela a mais legal possível. Quando tocamos em Malmö, ontem, eu sooei como um sapo rouco, e os fãs cantaram junto, e eu me lembrei o quão ótimos nossos fãs são. Muito obrigado a vocês e lá vamos nós! Rock'n'Roll!
Fielmente, o sapo rouco."
Nota: a nota de Tobias é datada do dia 4 de fevereiro.
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José Geraldo
domingo, 25 de janeiro de 2009
Vain Glory Opera - Edguy
De cérebro lento espantando a ressaca com coca cola e rock 'n' roll, lhes apresento mais uma obra prima do Edguy, banda que detona sob o comando do versátil Tobias Sammet. Vain Glory Opera é a 6ª faixa do álbum de mesmo nome.

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José Geraldo
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Divulgados os preços de ingressos para show do Edguy em São Paulo
A ticketmaster divulgou em seu site os preços para o show do Edguy, a ser realizado no próximo dia 15/02 no Credicard Hall:

Pista: R$ 120,00
Poltrona Setor 1: R$ 200,00
Poltrona Setor 2: R$ 180,00
Camarote Setor 1: R$ 250,00
Camarote Setor 2: R$ 200,00
Os ingressos começaram a ser vendidos nesta quarta feira, 14 de janeiro.
Matéria publicada por Por Jorge Luiz Leal Filho no Whiplash!.

Pista: R$ 120,00
Poltrona Setor 1: R$ 200,00
Poltrona Setor 2: R$ 180,00
Camarote Setor 1: R$ 250,00
Camarote Setor 2: R$ 200,00
Os ingressos começaram a ser vendidos nesta quarta feira, 14 de janeiro.
Matéria publicada por Por Jorge Luiz Leal Filho no Whiplash!.
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José Geraldo
domingo, 4 de janeiro de 2009
But here i am - Edguy
Uhuuuhhh todos batendo cabeça ao som de Edguy com But Here I Am!

Tradução
Mas aqui eu estou
Escuto sempre o que eles dizem (Sonhador)
Hábitos loucos são um trabalho do inferno (Sonhador)
Vestido em ternos pretos e ordinários (Sonhador)
Toda a minha vida eu tenho pagado minhas dívidas (Adeus)
Mas aqui eu estou
Para ir para o meu caminho
Mas aqui eu estou
Eu estou doente de estar aqui para pagar
Nunca tente entender (Sonhador)
O que eu faço e o que eu posso (Sonhador)
Fazendo amor no meio de uma rua (Sonhador)
Dexe eles falarem sobre como nós nos tratamos (Está certo)
Mas aqui eu estou
Para ir para o meu caminho
Mas aqui eu estou
Eu estou doente de estar aqui para pagar.
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José Geraldo
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Edguy: "All Access" anuncia apresentação no Brasil
Publicado no www.whiplash.net - o mais completo site de rock e metalSegundo a Infoshows, o EDGUY fará um show do Brasil, o primeiro show da turnê “Tinnitus Sanctus”, a ser realizado no dia 15 de fevereiro no Credicard Hall de São Paulo.
Embora a data não conste no site oficial da banda, tampouco no site do Credicard Hall, ela é perfeitamente plausível, já que a banda vai se apresentar na Argentina no dia 20 de fevereiro.
Mais detalhes em breve. E outras informações podem ser obtidas no email infoshows@uol.com.br.
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José Geraldo
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